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Doenças Inflamatórias

Intestinais

O que são?

Neste vídeo, a Dra. Luciana Campos, da equipe do L2IP,
esclarece as dúvidas mais comuns sobre doenças inflamatórias intestinais.

Dra. Luciana Campos

➻ Graduada em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas; 
➻ Mestre em Ciências Médicas na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;
➻ Médica gastroenterologista do Hospital de Base do Distrito Federal;
➻ Professora do curso de graduação em Medicina do UniCEUB (Centro Universitário de Brasília);
➻ Investigadora associada em Doença Inflamatória Intestinal, no L2IP Instituto de Pesquisa Clínicas .

SINTOMAS

Os sintomas das Doenças Inflamatórias Intestinais são variados e dependem da gravidade e de onde a inflamação ocorre.  Sinais e sintomas mais comuns das doenças são:

Mobirise

Doença de Crohn

➻ diarreia com sangue:
➻ cólicas;
➻ febre;
➻ emagrecimento;
➻ perda de apetite;
➻ dores articulares;
➻ secreções no ânus.

Mobirise

Retocolite Ulcerativa

➻ dores abdominais;
➻ inflamação intestinal;
➻ sangramento retal;
➻ diarreia;
➻ cólicas.


Se você tem diagnóstico de Doença de Crohn ou Retocolite Ulcerativa, o  L2ip está cadastrando voluntários para receber tratamento gratuito e inovador para ambas as doenças. 
Utilize um dos botões abaixo:

CAUSAS

Não existe uma causa específica, entretanto, há fatores que contribuem para o desenvolvimento dessas doenças, como:

  1. Alimentação inadequada;
  2. Estresse cotidiano;
  3. Hereditariedade;
  4. Mau funcionamento do sistema imunológico.

DIAGNÓSTICO

DOENÇA DE CROHN

O exame clínico e o levantamento da história do paciente, assim como alguns exames de sangue, são instrumentos importantes para o diagnóstico da doença de Crohn. 

RETOCOLITE ULCERATIVA

O diagnóstico é feito por via endoscópica.  Outro exame importante é a colonoscopia que deixa ver todo o intestino grosso até sua junção com o intestino delgado.

Exames de sangue são úteis para detectar alguns distúrbios associados à colite ulcerativa.

Fatores de risco​

1

Idade

A maioria das pessoas que desenvolvem DII é diagnosticada antes dos 30 anos de idade. Mas algumas pessoas não desenvolvem a doença até os 50 ou 60 anos.

2

Histórico Familiar

Você corre um risco maior se tiver um parente próximo – como pai, mãe e irmãos – com a doença.

3

Tabagismo

O tabagismo é o mais importante fator de risco controlável para o desenvolvimento da Doença de Crohn.

4

Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides

Estes incluem o Ibuprofeno, Naproxeno sódico, Diclofenaco de sódio e outros. Esses medicamentos podem aumentar o risco de desenvolver DII ou piorar a doença em pessoas com DII.

5

Fator ambiental

Se você mora em um país industrializado, é mais provável que você desenvolva DII. Portanto, pode ser que fatores ambientais, incluindo uma dieta rica em gordura ou alimentos refinados, processados e ultra processados desempenhem um papel. As pessoas que vivem em climas frios também parecem estar em maior risco.

TRATAMENTOS

DOENÇA DE CROHN

Ainda não se conhece a cura para a doença de Crohn. Mesmo quando ocorrem períodos de remissão espontânea, as crises podem recidivar.

O tratamento é instituído de acordo com a fase de evolução da doença, que pode ser classificada em leve, moderada e grave. Basicamente, ele se volta para conter o processo inflamatório, aliviar os sintomas, prevenir as recidivas e corrigir as deficiências nutricionais. Nas fases agudas, pode ser necessário administrar corticosteroides por via oral.

Se o paciente não responder a esse tratamento, existem drogas imunossupressoras que induzem períodos de remissão clínica, mas podem ter efeitos colaterais adversos. Na maioria dos casos, a intervenção cirúrgica fica reservada para os quadros graves de obstrução intestinal, doença perineal, hemorragias e fístulas.

RETOCOLITE ULCERATIVA

O tratamento da colite ulcerativa tem dois objetivos básicos: tirar o indivíduo da crise e mantê-lo em remissão. A forma clássica recomenda o uso de sulfa e de seus derivados. Quando tais medicamentos não apresentam bons resultados, os corticoides atuam com rapidez e eficiência na forma aguda da doença.

Para os pacientes que não respondem ao tratamento convencional ou se tornam dependentes da cortisona, os imunossupressores representam um recurso importante.

Nos casos de megacólon tóxico é fundamental a prescrição de antibióticos.

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